22 novembro 2006

Fim

O que foi doce, um dia,
transformou-se em fel.
Graças ao Pai, tudo acabou.
O corte foi feito,
A vida redirecionada.
E eu, novamente,
começando do zero.
Não entendo essa mania
de sempre virar cinzas.
Tudo bem.
O ar se fez mais leve,
já consigo respirar sozinha.
Nem fotos quero guardar,
não há nada de bom para lembrar.
O meu sorriso estava triste,
hoje, estou sozinha, feliz e
pretendo continuar assim.
Nada como uma semana em Arraial
para as idéias voltarem ao normal.
Quando olho prá trás,
vejo o tanto que fui tola, imatura.
Tenho que aprender com os erros.
Agora só quero a paz,
e voltar a ser aquela de quem me perdi.

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