
Domingo, 11 de Setembro de 2011
há dez anos, uns dos monumentos de maior significado para o capitalismo, um símbolo de poder, foi ao chão.
Não pelas mãos da natureza, mas pelas mãos de outros homens que desejam falar ao mundo que existem, também pela força bruta.
Já vi muitos filmes a respeito, muitos comentários, etcetera e tal
Mas o que não sai do meu pensamento é a visão das torres em chamas
quantas pessoas estavam ali e perderam suas vidas sem saber
quantos laços familiares se perderam em cinzas
rompimentos ou carma coletivo....
um show de destruição feito pela natureza animal do ser humano
vivo em um mundo que a mentira é a ordem do dia
em que as pessoas riem pra você mas não honram suas próprias palavras
eu entendo que isso é o fim do mundo em todos os sentidos
esses dez passados anos formam uma década muito particular
percebi, hoje ao acordar, que repeti muitos erros em um ciclo vicioso
talvez nem sejam as pessoas que participam de minha rota
mas aquelas que deixei entrar no dia-a-dia e que me magoaram
tenho que aproveitar o cansaço que vivo e, então cansada disso,
me permitir abrir os olhos e tentar ser feliz
e já que ser ou não ser é a questão,
devo escolher sair de cima do muro e tomar as rédeas do meu caminho
11.09.2011
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